Saber que faz Mover

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Saber que faz Mover


SABER QUE FAZ MOVER

 

Exposição nacional sobre Doenças Reumáticas organizada pela Sociedade Portuguesa de Reumatologia

 

PERFIL

 “Três meses podem fazer a diferença entre o diagnóstico e o controlo de uma doença reumática e a incapacidade para toda a vida”

 “Saber que faz Mover” é uma exposição itinerante assente em dois eixos: “Saber” (saber lidar com as doenças reumáticas desde o diagnóstico à reabilitação) e “Saber Mover” (dado que o conhecimento gera maior exigência no doente).

Este projecto – pioneiro no país – será uma forma de informar a população sobre o que são as doenças reumáticas – comummente confundidas com “reumatismo” e “reumático” -, as suas especificidades de diagnóstico e tratamento.

Com o propósito de ser mais interactiva possível com os visitantes, a exposição integrará diversas acções e materiais incluindo testemunhos de doentes, vídeos, conferências dirigidas ao público em geral e aos médicos de Medicina Geral e Familiar.

 

ITINERÁRIO

A campanha arrancou a 3 Abril em Faro, no passeio da Doca, junto ao jardim Manuel Bívar, e ficou nesta cidade até dia 6. Prevê-se que a exposição percorra, entre Abril e Outubro, as seguintes cidades:

Faro (3, 4, 5 e 6 de Abril)

Évora (25, 26 e 27 de Abril)

Lisboa (15, 16, 17 e 18 de Maio)

Covilhã (30 e 31 de Maio e 1 de Junho)

Ponta Delgada (12, 13 e 14 de Setembro)

Coimbra (10, 11 e 12 de Outubro)

Porto (23, 24, 25 e 26 de Outubro)

 

Horário: das 11h às 21h (excepto Domingo, que encerra às 18h).

Os locais da exposição em cada cidade, irão sendo publicados no site da SPR em www.spreumatologia.pt

  

MOTIVOS

A criação deste projecto vem responder a uma necessidade há muito sentida pela Sociedade Portuguesa de Reumatologia – a de levar os médicos e as associações de doentes às pessoas em geral.

 “O nosso objectivo é que as pessoas aprendam a reconhecer os sintomas destas doenças e, assim, possam procurar o tratamento para as mesmas”, afirma Augusto Faustino, presidente da Sociedade Portuguesa de Reumatologia.

 “Pretende-se paralelamente alertar a população para a importância do reconhecimento precoce destas patologias e das terapêuticas actualmente ao nosso dispor, que, efectuadas de forma adequada e atempada, poderão modificar radicalmente a actual realidade de impacto das doenças reumáticas”, acrescenta. “Muitas vezes um atraso de um a dois meses no diagnóstico de doenças reumáticas pode fazer a diferença entre o tratamento e controlo da doença e a incapacidade permanente”, conclui Augusto Faustino.

 

Última modificação 2008-08-06 15:37
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